fases

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Pensamentos soltos, traduzidos em palavras (...)

terça-feira, 19 de julho de 2016

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

E me dá uma saudade irracional de você. Uma vontade de chegar perto, de só chegar perto, te olhar sem dizer nada, talvez recitar livros, quem sabe só olhar estrelas… dizer que te considero.. – pode ser por mais um mês, por mais um ano, ou quem sabe por uma vida – e que hoje, só por hoje ou a partir de hoje (de ontem, de sempre e de nunca), é sincero..

- cfa

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

(...) Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De você viver sem mim
Não quero mais esse negócio
De você longe de mim
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim  (Vinícius de Moraes) 
Coloquei tantos pontos finais em nós que acabamos cheios de reticências.  (t.b)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


Desapego. Ta aí uma palavra bem filha da puta. Dói. Ah como dói. Até demais não é mesmo? Eu sei que é. Mas sabe de uma coisa? Por um lado essa coisa de desapegar-se, é bom. A gente sempre sai ganhando. Eu sei, é difícil. Porque num dia, você diz que ama a pessoa e no outro, você diz que não ama mais. Não é que o amor acabou. É o tal do desapego. E aí que mora o segredo de tudo. Para conseguir desapegar-se, antes de mais nada, é preciso ser forte. Ser forte, para poder repetir trocentas vezes para você mesmo que você é capaz de viver sem tal pessoa. “Eu não te amo mais, eu não preciso de você, eu já te esqueci”. Esse é o pensamento presente em qualquer cenário de desapego. Encontramos alguém jogando tais palavras ao vento, para cima, para o lado, por tudo quanto é canto. Mas elas estão ali, matutando na cabeça de qualquer um maluco praticando esse tal de desapego. De vez em quando, a gente tem umas recaídas. A gente lê aquela mensagem no celular, aquela de meses atrás, a gente lê o histórico de conversa no computador, escuta aquela música que faz lembrar a pessoa. Mas depois, tomamos mais um dose de força de vontade de lá estamos, novamente. Praticando o desapego. Cara, dói, machuca, fere, corrói, destrói, deixa a gente pior do que já estávamos, mas no fim das contas, dá tudo certo. E depois de um tempo, você pode dizer com clareza que é capaz de viver sem tal pessoa. Que não a ama mais. Que não é mais dependente dela. Que superou essa coisa, de amor. 
  -Am

domingo, 29 de janeiro de 2012

Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças. Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa... (CFA)